Três contadores vêm partilhar três histórias que aconteceram quando não era ainda nenhuma vez, quando as mães ainda não tinham nascido, quando se começaram a fazer perguntas e quando o bater das asas das águias era o único ponteiro do tempo.
Ouvindo diferentes vozes e espreitando um cenário que tem três lados distintos para três histórias diferentes: A Água e a Aguia, de Mia Couto, Mãezambik, de Manu Sarujine, e As Mãos dos Pretos, de Luís-Bernardo
Honwana, os três actores vão fazendo perguntas e traçando o espectáculo também com as respostas dos espectadores mais novos.















