"O medo? O medo é começar a imaginar..."
PAULA não tem medo do escuro mas das formas que aparecem quando a luz se apaga.
Durante um sonho, encontra-se a si própria e convence-se que a melhor maneira de lidar com o medo é dar-lhe uma face.
Numa viagem onde todas somos PAULA, o medo torna-se um aliado e a imaginação a matéria que nos faz avançar.
Figuras extravagantes, metade-mulher e metade-animal, saídas das pinturas e do imaginário de PAULA REGO serão as guias desta jornada em que o medo deixa de ser um inimigo.
PAULA DE PAPEL convoca a pintura para construir um objeto teatral onde o corpo e o movimento se sobrepõem à necessidade de uso da palavra para chegar à compreensão da narrativa. Em cena, todas as personagens são PAULA e tudo começa com o papel
em branco que é elemento central da construção plástica do espectáculo, papel que é o instrumento principal para a sonoplastia, papel que está sempre presente no quotidiano das crianças convocando-as assim para interagir com o espaço cénico e a narrativa.







