Proibido Virar à Esquerda se desenrola entre dois momentos históricos concomitantes: o passado e o presente. Representados no espetáculo pelas diferenças geracionais entre os dois personagens principais, os quais buscam, cada um à sua maneira, uma revolução.
Entretanto, sem se aperceberem, embarcam numa viagem de transformação pessoal.
O conflito geracional, as diferenças de posicionamento politico e a dificuldade de se debater temas sensíveis, são questões que permeiam toda a atmosfera da peça.
Proibido Virar à Esquerda se passa num "presente distópico" onde todos os países do mundo aderiram ao radical governo do Partido Sentido Único (P.S.U.).
É durante a fuga de uma manifestação violenta, que o velho e o jovem se encontram, e se vêem obrigados a viajarem juntos, numa tentativa desesperada de fazerem uma revolução. Mas qual delas?
O espetáculo leva o espectador para dentro e para fora de si, entre imaginários diversos, conversas reflexivas, guerras e festas, que de uma forma leve, buscam repensar as lutas e as revoluções atuais.












